Entregar mais rápido o conhecimento que você busca. Com essa missão, o Google fortalece a sua importância para milhares de usuários ao redor do mundo, inclusive no processo de decisão de compra. Pensando nisso utiliza mais de 200 pistas para refinar

a pesquisa e ordenar os melhores resultados. Um trabalho que vem sendo refinado com a criação de novos algoritmos.

De 2011 para cá foram lançadas grandes atualizações no algoritmo e que definitivamente mudaram a forma que as empresas trabalham seus sites para aparecer nas buscas do Google.


A valorização do conteúdo


Em 2011 o Google lançou uma grande atualização de seu algoritmo onde a qualidade do conteúdo foi a principal métrica de sucesso do algoritmo, esta atualização foi chamada de Panda. Esta atualização gerou grande repercussão ao penalizar os sites com conteúdo superficial.
Quem deseja ser bem visto pelo Google Panda precisa se preocupar com a otimização do site aos olhos do cliente. Conteúdos originais, únicos (sem duplicidade), de carregamento ágil, transparentes aos olhos do robô do Google e que valorizem o usuário são essenciais. Quanto melhor for a entrega aos interesses do usuário, maiores as chances de subir de posição nas buscas. Na dúvida, vale ficar de olho nas Diretrizes de Qualidade do Google.

 


Referências de qualidade


A segunda grande atualização recebeu o nome de Google Penguin que foi criado para identificar páginas que recebiam links não naturais com o objetivo de aumentar sua autoridade dentro das buscas. A prática comumente utilizada para construir autoridade de determinado domínio se baseia na linkagem de conteúdos relevantes entre si. Bem utilizada, a estratégia de backlinks fortalece a autoridade do domínio que mais recebe menções.
A punição realizada pelo Google Penguin acontece em sites que conquistaram posições tentando manipular o Google. Cadastro de forma excessiva em diretórios de artigos, guest posts de baixa qualidade, excesso de texto-âncora, links comprados são algumas das práticas maliciosas detectadas. Criado em abril de 2012, o algoritmo já ganhou novas atualizações para identificar as páginas que fizeram as correções necessárias e penalizar quem continua com práticas não naturais de posicionamento.

 


Intenção da busca


Em seguida veio o Humminbird ou beija-flor que é o algoritmo que mais alterou o ranqueamento das páginas desde a implantação do Panda. Anunciada no final de setembro de 2013, a funcionalidade se coloca como o novo algoritmo por trás do motor de busca para valorizar ainda mais o conteúdo de qualidade. Interação com canais sociais, regularidade de atualização e formatação das informações apresentadas são só alguns dos pontos observados pelo Humminbird.
Cada vez mais comprometido com a experiência do usuário, o Google utiliza o algoritmo para saber com exatidão como a pesquisa se processa. Os termos usados, a intenção do usuário por trás de determinada palavra-chave, meio utilizado (teclado ou voz) e a resposta esperada fazem parte das entregas desta atualização para tornar a busca ainda mais intuitiva.

 


Buscas locais


Apelidado pelo site Search Engine Land, o Google Pigeon se dedica às buscas feitas por negócios locais e passa a impactar diretamente quem vende por geolocalização. Lançado em 24 de julho de 2014 nas páginas dos EUA, o algoritmo interage com o Google Maps e Local Search para detalhar informações sobre locais próximos do usuário. Marcação de dados para endereço, cadastro no Google Meu Negócio, conteúdo relacionado à região, cadastro em sites relevantes e confiáveis, além da interação com Google Plus são algumas das possibilidades para quem deseja ser bem visto pela atualização do Google.

 


A era do Mobile


O barulho mais recente gerado pelos algoritmos do Google veio em abril de 2015 com o anúncio de uma atualização para privilegiar os domínios amigáveis para celular. O Google Mobile Friendly sobe a posição dos sites responsivos ou com versão alternativa para quem os acessa de dispositivos móveis. O destaque para esse tipo de navegação faz total sentido nos tempos atuais. O smartphone já é o canal mais utilizado para acessar a internet pela maioria da população mundial, inclusive no Brasil. Privilegiando o acesso mobile, o Google valoriza experiência do usuário e chama a atenção para o redesenho de muitos negócios que ainda estavam perdendo dinheiro ao ignorar a navegação via celular.
A alteração é tão relevante que o Google disponibilizou uma ferramenta que ajuda gestores e desenvolvedores a identificar se o site é percebido como mobilefriendly. Além do recurso, o gigante de buscas também ofertou diversos guias e documentos para auxiliar o ajuste de código. Tudo para garantir que o usuário não tenha de fazer movimentos de pinça para ler textos pequenos ou navegue com rolagem horizontal entre tantos outros indicativos que dificultam a navegação em telas pequenas e sem ajuda do mouse.

 


Como melhorar a visibilidade de uma empresa nas buscas do Google?


Com a participação cada vez mais crescente do usuário mobile, os negócios digitais estão ampliando sua participação na economia em 2016. O sinal já é percebido pelos relatórios de e-commerce que apontam para o crescimento da indústria no Brasil, mesmo em ano de crise. A estimativa é que as lojas virtuais faturem mais de R$ 41 bilhões até o final de 2015. Quem desejar participar desse bolo no próximo ano deve voltar suas atenções para a qualidade de sua presença na web.
As estratégias de otimização de sites (SEO) precisam caminhar ao lado de ações que favoreçam a boa experiência do usuário. Vale destacar: Proporcionar uma boa experiência para o usuário mobile, produzir conteúdo de qualidade servindo como um conselheiro do visitante. Importante também construir uma autoridade na internet: Quanto mais links apontando e recomendando sua loja, mais visibilidade e mais destaque ela vai ter nas buscas.


Fonte: odiario.com

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